Estreia-se hoje uma nova secção no porta-moedas, a Culinária, algo que já há muito andava a querer introduzir nestas páginas, evocando a minha participação na criação do Culinarias.net em 2000 (e já lá vão 7 anos, como o tempo passa!).
Esta nova secção faz parte do “Comes & Bebes” e tratará do saber fazer. Esperem receitas filmadas ou não e alguns truques e técnicas. A descoberta deste novo agregado ao “Tubo”, o FoodTube, facilitou tudo.
Falando da receita, está muito bem explicada no vídeo, em espanhol, mas fácil de entender. Trata-se de uma pescadinha com molho à base de alho e salsa, fácil de fazer e, ao que parece, apetitosa (o facto de ainda não ter almoçado também ajuda). Só é pena ainda não existir cheiro na net, para podermos aspirar e deliciarmo-nos com o aroma do cozinhado.
“Trinta famílias em vinte e quatro países são abordadas no livro Hungry Planet, do fotógrafo Peter Menzel. A obra é um estudo fotográfico que mostra com detalhes o que várias famílias ao redor do mundo consomem ao longo de uma semana.
O contraste é assustador. Os valores gastos por família variam de $1,23 por uma família do Chade, país centro-africano, até $500, gastos por uma família alemã. Hungry Planet foi vencedor dos prémios James Beard Cookbook of the Year (2006) e Harry Chapin Media Award (2005) e chegou à final do IACP Cookbook Award (2006).
Toda a gente conhece as “deliciosas” batatas fritas do McDonald’s, sempre sequinhas e crocantes.
Mas nem toda a gente sabe o que os estômagos dos seus apreciadores passam para digerir este alimento. Por isso, Morgan Spurlock, um dos idealizadores do documentário Super Size Me - A dieta do palhaço, fez um teste com alguns dos produtos fabricados pela empresa, analisando o tempo que leva para começar a decomposição. Como forma de comparação, ele utiliza um hamburguer e batatas fritas de um restaurante comum.
Veja o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões:
Já imaginaram um restaurante onde as cadeiras são vasos sanitários, ou portuguêsmente falando, retretes?
Não é um sonho/pesadelo, existe mesmo. E também não é nenhuma chinesice, é português. É o W’duck, na Avenida da República em Matosinhos. Acrescentando, os guardanapos são papel higiénico, combina mesmo!
Agora pergunta-se, era capaz de jantar sentado numa sanita, enxugando os bigodes a papel higiénico?
Bem, dizem que a comida é excelente, mediterrânea e orgânica e, a atmosfera altera-se conforme seja dia ou noite. O conceito foi criado por Ivo Teixeira, um dos sócios.
Palavras de Wilder, o dono do Restaurante “A Palhada”, sito na Rua da Palha, em pleno centro histórico de Viana do Castelo (junto à Capela das Malheiras), sobre a confusão de um conterrâneo (meu) acerca do menu afixado à porta: Acarajé com Vatapá.
Para nós portugueses, pelo menos alguns de nós, pouco acostumados com a culinária da Bahia, Acarajé com Vatapá soa mesmo a Jacaré do Pantanal.
Sobre uma base de feijão frade descascado e amassado, frito em óleo e azeite de dendê, recheado de vatapá (massa preparada com amendoim e cajú) e acompanhado de camarão seco, o Acarajé é um petisco de lamber os beiços. Não acredita? Não há nada como ir experimentar… à sexta-feira!
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